terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Minha volta, minha obesidade aumentou e meus joelhos problemáticos

Olá amigas, que vergonha, td bem?
Voltei depois de ler o comentário que minha amiga, que tanto amo, Tamiris, deixou pra mim. Saudades de você, aliás, de vocês, Maricota, cade você?

Volto dessa vez com pedido de socorro. Meus joelhos não estão aguentando mais. Devo ter engordado mais uns 10 quilos.. mal consigo subir escadas. Qunado sobro a perna, mesmo sentada, faz barulhos horriveis de areia.. Tudo doi. Quando ando, jogo a perna direita para o lado.

É isso... quanto mais eu estudo, mais eu engordo também... passou dos limites... preciso tomar uma decisão. Vocês me ajudam?
Vamos nso apoiar, quero ser feliz, tenho o sonho de entrar na loja Marisa e comprar aquelas blusas lindas que vejo...

um beijo pra todas

domingo, 13 de novembro de 2011

Qual a diferença entre perder peso e perder a gordura?

Meus queridos amigos, tudo bem? Alguns de vocês estão sumidos, estou triste com isso, como a Tamiris.. será que aconteceu alguma coisa?
Enfim.. Comecei a academia. Estou preocupada porque na segunda feira quando eu comecei, eu pesei... na quarta feira, dois dias depois, pesei de novoi e estava com dois quilos e meio a mais, mais ou menos.. Nao fiz dieta esses dias.. comi como estou comendo normalmente... além das dores insuportáveis (entrei pro pilates também, aulas de dança) engordei. Como isso pode?

Queria saber qual diferença entre perder a gordura do corpo e emagrecer.. sei que tem diferença, mas não sei qual.. alguem poderia me explicar? Os exercícios engordam?? Quero emagrecer.. socorooo um abraço a todos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Procurando um rumo...

Amigas queridas.. estou sem rumo na vida. Não sei pra onde ir, onde morar, o que fazer.. só da vontade de comer mais.. Não suporto mais isso, não suporto mais essa gordura... Sei lá... Sei lá...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Minha volta

Meninas lindas do meu coração. Quero pedir desculpas pela minha grande ausência. A verdade é que tinha desistido, como vocês bem podiam imaginar. Desisti de emagrecer. Então tive vergonha de ficar no blog.... Bom, Fiz 26 anos.. Preciso emagrecer. Hoje, comecei.
Não quero mais promessas, quero ser feliz.
Conto com a ajuda de vocês....
Obrigada por TODO apoio... Sim eu vi os comentários, só me calei.
Beijo, beijo

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A última porta



Amigas lindas do meu jardim. Quero avisar que em breve retornarei com os post.. Trabalhando, já viram, né?


Quero deixar o link aqui da última porta que a pessoa pode bater... sim, há solução.. Beijo a todas.. (:

http://www.arcauniversal.com/iurdtv/

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Meu desaparecimento

Amigas do meu coração.. Quero pedir perdão pelo meu sumiço. Na verdade estou frustrada porque estou na casa da minha mãe onde jaquei, comi desesperadamente todos os dias. Definitivamente,nada se mantém quando eu venho pra cá. Por conta dessa frustração, não tenho disposição para falar com vocês, peço perdão publicamente.
Estou com saudades de você,
Tamiris, saudades,
Maricota, saudades,
Rita,
Karin,
Todas vocês SAUDADES ):

terça-feira, 19 de julho de 2011

Rapte-me, camaleoa, adapte-me ao seu "ne me quitte pas"

Queridos...
Hoje, caetanando, fiquei pensando nessa frase, que em poesia seria um verso. Quantas vezes somos camaleoas da vida, da sociedade, do mundo?? Mas quem é o "eu-lírico", o narrador, a pessoa que impera: "rapte-me camaleoa, adapte-me a uma cama boa, capte-me uma mensagem à toa, de um quasar pulsando lôa, interestelar canoa"... 


Além da saúde, por que a necessidade de emagrecermos e nos adaptarmos a esse mundo moderno para não sermos abandonadas, esquecidas, rejeitadas, desprezadas e seus afins? Quantas e quantas vezes eu quis emagrecer para satisfazer o desejo alheio, o desejo do meu pai que me humilhava, às vezes. Ainda que sem intenção, sem prazer, o fazia compulsivo. E me repugnava... me chocava, me entorpecia. Aí eu tinha maaais vontade de comer.. Ou quantas vezes tive paixões agudas, e mesmo o cara me "aceitando" como eu era, eu fechei a boca e perdi uns 8 quilos ou mais? Claro que os recuperava depois, em duas semanas.

Quantas vezes muitas de nós quis entrar em alguma roupa de festa, para ir em algum evento, casamento, formatura, e fechamos, a boca, e sofremos as torturas imediatistas do jejum repressivo só para os outros nos admirarem?
De onde provém essa necessidade de adaptação ao meio social? Por quê? Por quêeeeeeeeeeeeee? 
Citando Drummond...    

"O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas.Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração". 

São volumes, são o excesso, são ícones. Pessoas assim são ícones. Nunca mais, eu me prometo perante vocês, eu vou, e falo isso para meu inconsciente também, querer emagrecer, mudar, piorar, melhorar, chorar, emagrecer, engordar ou sorrir por causa de alguém. Quem é a pessoa que aperta as campainhas das nossas casas para oferecer comida? Na minha ainda não chegou. O mundo é mau. 

O interessante que a música de Caetano tem dois lados. Quando ele fala, Rapte-me, adapte-me, sugere, em primeira instância, uma instabilidade por parte desse sujeito, talvez emocional, que faz com que ele não se aceite.. precisa sempre mudar, inovar... subverter, adorar... E a outra moeda vai quando esse "eu" fala.. "camaleoa". Ou seja, o outro indivíduo, a outra, no caso, que ele se dirige é um ser mutante por natureza, metáfora de um camaleão. Sendo assim, esse "eu" não se transformaria para o outro aceitá-lo, mas por querer unir-se à mulher amada que é instável, inconstante, e por amor ele quer chegar até ela.

Tudo é como vemos. Esses dois lados, no fundo, são a mesma coisa, mas é a maneira pela qual interpretarmos essa "coisa" que nos diferencia para a vida. Façamos por Deus, façamos por nós.
E:
Ne me quitte pas....


domingo, 17 de julho de 2011

Tonturas... Pra que te quero?

Amadas amigas e amigos desse blog. Faz dois dias que consegui começar a dieta, porém estou com tontura e fraqueza.. nossa tenho vontade de ficar deitada, pareço flutar quando ando, mal tenho forças... Vou falar o que comi hj... 

Mamão com pouco de mel e umas bolachas maria com margarina light;
Pure de abobora cabotcha com peito de frango sem óleo e umas 3 colheres de seleta de legumes;
3 pacotinhos de clube social integral e mais umas bolachas maria
meio copo de leite em pó molico com uma colher de nescau (tentei tomar isso pra não desmaiar)


To cozinhando feijão vou fazer um pouco de sopa.
O que to fazendo de errado? To super fraca. :S
Socorro
Beijo

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Quando a comida, os livros e o rock falharam

Plantinhas do meu jardim... Percebo que faço deste blog um blog-crônica, se diário, se tragédia ou comédia, não o sei, sei apenas que ele é, e sendo o é para todas nós.

Durante minha infância conturbada eu me refugiei nas deliciosas histórias da coleção vagalume (quem nunca leu?), da editora Ática. O primeiro livro, eu o lembro muito bem “A ilha perdida”, de Maria José Dupré. Tinha meus sete anos e alguns meses quando o inciei, e a partir disso segui uma trajetória um tanto literária. Desprezo, solidão, angústia pueril foram se alistando ao meu crescimento. Não havia com quem compartilhar as discrepâncias que convergiam ao meu derredor. Desde o sempre fui de corpo avantajado, se me permitem o eufemismo, diferente da minha família. Mãe trabalhava fulgorosamente. Sem irmãos, pouquíssimos amigos... Bullying escolar.
Comia desesperadamente. Quiçá quisesse preencher o vulcão que trilhava as cordas do meu ser. A comida, boa forma e pedida, me trazia a sensação “daquilo que é bom”, mesmo quando eu não sabia o que era.

Bulimia,
Anorexia,
Queda de cabelo.

...

Mas quanto mais eu comia, mais as lacunas emburacavam minha alma. Talvez se eu conhecesse Freud naquela época, entenderia aquele escapismo. Mas os livros, boas medidas que nunca me criticavam, me apoiavam numa espécie de esquizofrenia cotidiana, uma vez que eu projetava uma idealização de vida, na vida de amiúdes personagens, nas ocasiões que eu desconhecia, nos títulos que me sobrevinham: eu era o meu avatar.
Quantas vezes as histórias policiais de Marcos Rey, coleção vagalume também, me encantavam e me seduziam. Eu tinha os meus colegas e amigos. Juntos vivíamos o que nunca tinha vivido, sem críticas, sem reclamações.. eles me aceitavam como eu era. Não chamam isso de amor 

José Saramago,
Machado de Assis,
Allan Poe

...

Essa relação foi se agravando quando meu hemisfério cultural sentiu-se necessitado de expansão. Um misto de rebeldia e contentamento explodido nos rock n’ rolls da vida era tudo que eu não tinha sido. Encontrava em Sweet Child o’ mine, I wanna rock n’ roll all night and party everyday, nos pop rock brasileiro, nos ingleses, nos americanos, enfim, em qualquer um, uma frestrinha da projeção que, revoltada com a inerte situação de vida, queria esvair-se no abismo social. Gritar e rolar meu nome nas margens plácidas para que talvez Alguém me ouvisse. Nem Jim Morrison conseguiu tal atributo.
A violência do rock e o romantismo dos livros não me foram intransitivos. Pediram complementos que potencializaram o que queriam ser. Como disse nosso poeta Álvares de Azevedo “O vinho acabou-se nos copos, Bertram, mas o fumo ondula ainda nos cachimbos!” e nosso ex-drogado Axl Rose “live and let die”, percebia que a transcendência da ficcionalidade para a corporação da necessidade era necessária... e crescia... e sofria...

Martine,
Malboro
Repulsa

Desespero!


Quase suicídio.

...


Depois de enfrentar o esgoto dos abismos, de ser escória social conheci Jesus, filho de Deus, e que também é Deus, e me apaixonei, pois entendi que Ele, por mim, já era apaixonado a vida toda. Esse amor preencheu-me de uma forma tão constante e valiosa que nunca mais, nunca mesmo, senti solidão. Vomitei todo o lixo interno quando a Sua Voz declarou juras de amor por mim. Ninguém havia me amado assim antes. Meu príncipe encantado chegou, e não foi nada desse mundo que o trouxe, mas o meu pedido de socorro e minha aceitação da existência Dele.
Hoje, a luta contra o peso é a consequência de uma vida tão desregrada, mas que não sofre, não geme, não incorpora a imundície errada. Comida, para alimentar. Os livros, para trabalhar, o rock para ... escutar!


Brilho nos olhos, sorriso de alma: novo nascimento. O Príncipe encantado veio me Salvar, me protege e cuida de mim.

Se alguém quiser saber mais sobre esse amor que é para todos, me mandem um email. Sim, Ele existe. (:

Sorrisos.



dietadasletras@gmail.com

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A paixão que eu precisava ...

Amigas e amigos do blog. 

Hoje tive uma "eureka", termo designado pelo nosso querido Allan Poe (os amentes literários entenderão). Quando eu falava com Brian, quando ele me aconselhava, entendi. Teci, então, o que chamei de A metáfora do casamento.

Duas perguntinhas básicas me questionaram.. Por que eu não me amo nessa parte? Por que eu me rejeito?

Essas duas perguntas são a resposta e o questionamento também. É fato que se eu me amasse não agiria assim, já que meus pés e joelho estão sofrendo deveras (citando "deveras sente" do Fernando Pessoa). Eu me rejeito porque sabendo disso não consigo mudar.. ou no fundo, não quero. No fundo quero comer e comer porque é como um escape, eu preciso disso em mim.. Mas não, minha mente ACHA que precisa disso.... é um luta, é um combate.

Então pensando na metáfora associei... Se eu fosse casada (meu sonho) e se meu marido estivesse na mesma situação que eu eu faria comidinha pra ele saudável.. Não o deixaria comer besteiras e nem almoçar trufas. O incentivaria muuuuito, porque o amo e quero cuidar dele.. quero que ele viva bem.. se eu não o amasse estaria nem ai. Daria porcarias pra ele comer e ficar quieto, quando o desejo dele por comida aguçasse.... Ai está o erro, aí está a bomba...

Eu tenho que ter meu próprio casamento. Tenho que me por no lugar do outro, porque o outro nada mais é do que eu mesma. Se eu não me amo como posso amar o outro? O problema que eu amo intensamente as pessoas... Amo mesmo, me apego. Vocês não percebem como me apeguei em vocês?? Mas em mim não me apego... me rejeito. Essa coisa que é cultural (rejeição de infância, desprezo e tal) pode mudar porque eu sei disso. Não nasci com isso, não quis isso... O que antes parecia "normal" para mim não é. Eu achava que era normal me culpar pelas coisas a vida inteira, até que Deus me mostrou que não é. Eu achava que era normal essa rejeição (já que cresci assim), mas vejo que não é também. A partir de hoje eu vou me amar.... vou me apaixonar... Loving myself.....

Se alguém passa por isso, pense nisso. O problema não é o que comemos, uma trufa ou 50.... não... tsc tsc.. o problema é o que temos dentro da nossa mente... qual é a raiz desses problemas?
Minha luta não é contra a geladeira, é contra esses artifícios.

Pra finalizar, citando a última estrofe do soneto "Maior amor", de Vinícius de Moraes, olhando por essa ótica própria, faço as dele as minhas palavras:

Fiel à sua lei de cada instante
                                                         Desassombrado, doido, delirante
                                                       Numa paixão de tudo e de si mesmo.

Vai dar certo.
 Selinho da Vanúbia do "Coisinhas, etc e tal". Ameiii beijo
***  
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